Archive for the ‘Projeto de Jogo’ Category
PodAbrir 01- Game Pacing – Ditando o Ritmo do Jogo
Olá gurizada, graças a colaboração e feedback de vocês, estamos de volta com o PodAbrir- e agora de forma definitiva.
Agradecemos a todos os leitores que comentaram no blog e também enviaram e-mails. Após analisarmos como o episódio piloto se saiu, estamos agora lançando oficialmente o episódio 1 do nosso podcast sobre desenvolvimento de jogos. Neste episódio, eu e Alessandro falaremos sobre um tema muito interessante e pouco abordado atualmente na indústria – o Game Pacing.
PodAbrir 01 - Game Pacing - Ditando o Ritmo do Jogo [ 41:44 ] Play Now | Play in Popup | Download (1377)Jogo Aberto – Super Mario Bros (parte 2)
Conforme prometido, continuamos a interessante (e emocionante) entrevista com os desenvolvedores originais de Super Mario Bros para NES. Confira a segunda parte logo abaixo ou, se perdeu a primeira, veja aqui.
Documentário sobre Mecânica de Jogos
O leitor Carlos Oliveira, jornalista recém-formado pela PUC-SP e apaixonado por games, entrou em contato conosco para divulgar o resultado de seu TCC.
Ele, e seu colega Bruno Araujo, elaboraram o documentário Mecânica do Jogo – a indústria e cultura brasileiras de jogos. O vídeo explora, em um formato hipermídia, como os jogos eletrônicos são produzidos e absorvidos no Brasil.
Confiram aqui como ficou interessante o trabalho.
Anti-Invaders – um projeto didático.
Este post é o primeiro de uma série que vai documentar a evolução de um projeto inteiro, desde o game design até o produto final. O projeto tem o objetivo de ser didático e por isso foi escolhido um jogo de navinha (shooter) e será desenvolvido utilizando a tecnologia Java. Neste post conheceremos a primeira versão do GDD e a história de fundo do jogo.
Trabalhar com Jogos é uma Questão de Sorte? parte final
Olá pessoal do Abrindo o Jogo, com tudo que já comentamos sobre o tema nas partes 1 e 2, será que alguém se animaria a responder a pergunta que intitula este extenso artigo? Você já saberia a resposta? Não? Então vamos analisar a última parte, que apresenta as seções finais do documento de projeto, e tirar a conclusão juntos.
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Trabalhar com Jogos é uma Questão de Sorte? parte 2 de 3
Olá pessoal, é comum ouvirmos falar de pessoas que “fazem sua sorte“, ou seja, indivíduos que não esperam de forma passiva uma oportunidade aparecer, eles se preparam e vão em busca da oportunidade, e mesmo não encontrando, são capazes de criar uma.
É com este espírito que seguimos então o nosso artigo sobre como montar um bom Projeto de Jogo. Fator este, bastante importante para aproveitar as oportunidades no mercado nacional. Hoje analisaremos em detalhes as 7 primeiras seções deste documento. Vamos lá…
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Trabalhar com Jogos é uma Questão de Sorte? parte 1 de 3
Olá pessoal, eu sou do tipo de pessoa que acredita que sorte é uma combinação de oportunidade e competência. Ou seja, sortudo é aquele que está preparado quando surgir uma oportunidade. Você é uma pessoa interessada em ingressar na indústria de games? Se a resposta for sim, sugiro que comece já a capacitar-se, pois já existem várias oportunidades no mercado nacional. Entre elas, destacaria: o BRGames (encabeçado pelo governo federal em parceria com a Abragames), Microsoft ImageCup, XNA Chanllenger, e o já tradicional, Festival de Jogos Independentes do SBGames, que este ano ganhou maturidade e um novo nome, o NAVE (iniciativa da OI Futuro em parceria com a PUC Rio).
- Bom, falar é fácil! Por onde devo começar Everton? O que seria necessário para aproveitar estas oportunidades ????
As 10 Armadilhas no Game Design – parte 2
Conforme prometido, apesar de levar mais tempo do que o esperado
, completo com a segunda parte este interessante artigo baseado nos relatos de Ian Ficsh.
Me identifiquei bastante com as últimas cinco armadilhas, os problemas levantados pelo experiente Game Designer, em sua grande parte, foram os mesmos que enfrentei, e ainda enfrento, nos games que desenvolvo.
Vamos então conhecer quais são as outras Pitfalls que devem ser evitadas no Game Design.
As 10 Armadilhas no Game Design – parte 1
Olá pessoal, vocês já pararam para pensar quais seriam os fatores responsáveis por um game de sucesso? Poderíamos dizer que uma boa mecânica e idéias inovadoras garantem um blockbuster?
É muito comum encontrarmos na web orientações de como fazer um bom Game Design. Os artigos variam de 10 à 100 dicas mostrando o que deve ser feito no projeto de um bom jogo. Mas a criação de games envolve criatividade, arte e inspiração. Fatores estes, difíceis de serem padronizados ou estarem contidos em uma fórmula mágica. Por este motivo que o texto de Ian Fisch, Game Designer profissional de empresas como GameLoft e Pyro Studio, me chamou a atenção. Fisch, ao contrário da grande maioria, destaca o que não deve ser feito. Portanto, inspirado em seu texto, o artigo deste final de semana traz para vocês uma lista das 10 Pitfall´s (Armadilhas) que podem ocorrer durante o desenvolvimento de jogos.
Meu projeto mais importante
Olá pessoal, quero iniciar este post agradecendo os acessos, e dizer que fico muito contente quando vejo o blog, a cada semana, aumentando sua popularidade. Nossa proposta (coloco o Alessandro junto nessa) é compartilhar um pouco de nossa experiência relacionada ao desenvolvimento de jogos. Para isto, a motivação são os acessos, comentários e feedbacks de vocês.
Falando em experiência, agora em Junho, estarei completando 5 anos desde que iniciei meu primeiro projeto profissional na área de jogos, um simulador de vendas desenvolvido para uma grande multinacional. O objetivo deste Serious Game, era instruir o vendedor a destacar os benefícios dos produtos, ao invés de suas características. O game replicava uma loja com vários produtos e clientes, onde o jogador deveria identificar a necessidade do consumidor, oferecendo o produto mais adequado. Foi um grande desafio, mas proporcional a satisfação de entregá-lo com sucesso. Desde então, participei com minha equipe de mais de 15 projetos de jogos sérios. Atendendo as maiores empresas do país, situadas nos mais diversos segmentos do mercado.
Por incrível que pareça, o título deste post não diz respeito a nenhum destes projetos, mas sim a um que começarei em breve, de significado muito especial para mim, onde o cliente é o artista da ilustração acima.







