Archive for the ‘Java’ Category
How-to: Configuração do Google PlayN
Google vem desenvolvendo a certo tempo uma biblioteca para criação de jogos que promete facilitar o desenvolvimento multiplataforma. A PlayN, como é chamada hoje, permite o desenvolvimento de jogos utilizando a linguagem Java e uma API própria, e gera automaticamente o código do jogo em HTML5, Android e Flash.
Parece incrível e é, mas a configuração do ambiente ainda é um desafio para quem não está acostumado a trabalhar com Git, Maven, Ant e outros diretamente. Nesse curto passo a passo mostramos como configurar PlayN no Eclipse.
Joypad no Java com JInput
Dependendo do tipo de jogo, a experiência do jogador só fica completa com um controle de jogo, joypad ou joystick. Sem contar ainda com a necessidade que alguns jogos possuem de controles especiais (guitarras, etc). Neste post técnico veremos como usar a biblioteca JInput para dar suporte a controles de jogo no Java. Leia mais »
Anti-Invaders – um projeto didático.
Este post é o primeiro de uma série que vai documentar a evolução de um projeto inteiro, desde o game design até o produto final. O projeto tem o objetivo de ser didático e por isso foi escolhido um jogo de navinha (shooter) e será desenvolvido utilizando a tecnologia Java. Neste post conheceremos a primeira versão do GDD e a história de fundo do jogo.
Criando um Applet básico
A tecnologia Java ficou originalmente conhecida pelo Applets, palavra que significa pequenos aplicativos. São programas que rodam embutidos dentro de outro – no caso, em navegadores da web. Embora os applets tenham também dado ao Java o stigma de linguagem lenta, hoje, com a evolução da tecnologia, eles são um opão para a criação de webgames. Neste post vamos ver o mínimo para ter um applet com game loop.
Threads, apenas um exemplo
Threads são partes de um programa que executam paralelamente. Com seu uso é possível executar simultâneamente duas ou mais rotinas. Atualmente, com o barateamento dos processadores de vários núcleos (multi core), seu uso fica mais justificado. Embora eu não recomende trabalhar com threads, convém entender o que elas representam na prática.
GameLoop com taxa constante de pulsos – parte 2 de 2
No artigo anterior vimos o game loop em sua forma mais simples, que tem o problema de ter a taxa de pulsos e frames presas uma a outra. Isso faz o jogo correr mais lentamente em CPUs lentas e acelerar em CPU mais poderosas, impedindo uma velocidade estável em todas plataformas. Neste artigo veremos como criar um game loop que garanta uma velocidade fixa para o jogo.
GameLoop com taxa constante de pulsos – parte 1 de 2
O coração de qualquer jogo é o game loop, um laço que fica sendo repetido durante toda execução do jogo. A cada volta desse laço temos um novo frame de jogo. Mas você sabe que a taxa de frames pode variar muito de um hardware para outro. Como manter a lógica do jogo rodando a uma velocidade fixa, independente da variação nos frames?
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Passive VS Active Rendering – parte 2 de 2
Vimos no post anterior a atualização passiva e suas limitações. Vejamos agora coisa real, criando um programa com maior previsibilidade na atualização da tela, capacidade de rodar em tela-cheia (fullscreen) e de mudar o modo de vídeo. Para isso aprenderemos a atualização ativa (active rendering). Leia mais »
Passive VS Active Rendering – parte 1 de 2
Existem basicamente duas formas de atualizar a tela quando criamos um programa em Java. Podemos fazer isso de forma passiva ou ativa. Cada uma tem suas vantagens e desvantagens e veremos, nesta dupla de artigos, como implementá-las. Iniciaremos pela atualização passiva (passive rendering). Leia mais »





